sábado, 20 de setembro de 2014

CURSO ADIANTADO DE YOGA - 3

Segue mais um texto do "CURSO ADIANTADO DE YOGA", elaborado pelo Professor Marlanfe Tavares de Oliveira.  Reproduzo o original das instruções exatamente como ele o fez (inclusive cores e caixa alta): em uma linguagem simples, direta, beirando ao popular, objetivando a pessoa comum.
Para ler o capitulo 2, clique aqui.
Boa leitura!

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Vós direis então: "devo acreditar que isso foi devido à respiração consciente por 5 minutos?"

Vous direz: «Je crois que cela est dû à la respiration consciente pendant cinq minutes?"

Certamente não! Eu vos dei um exercício elementar. Nós iremos aumentando gradualmente os exercícios práticos. Não se atinge o poder de forma tão rápida e fácil. Porém tudo será feito dentro de um método que supões a gradualidade dos exercícios. E aqui vos dou a segunda fase da prática respiratória yogue.

Certainement pas! Je vous ai donné un exercice élémentaire. Nous augmenterons progressivement les exercices pratiques. Pas atteint la puissance aussi rapidement et facilement. Mais tout sera fait dans une méthode qui suppose la nature progressive des exercices. Et là, je vous donne la deuxième phase de la pratique de la respiration yogique.


Sente-se confortavelmente. O ambiente deve ser calmo e silencioso. Então, você deve respirar contando 5 para a inspiração, e contando 5 para a expiração. Faça isso dez vezes de manhã e dez vezes de noite.

Asseyez-vous confortablement. L'environnement doit être calme et tranquille. Donc, vous devriez respirez em comptant 5 pour l'inspiration, et en comptant 5 à expiration. Pour ce faire, dix fois  le matin et dix fois  le soir.


Nós iniciaremos este terceiro capítulo do nosso Curso, descrevendo um caso de uma escola de crianças para alfabetização, na qual um professor iniciou as práticas respiratórias simples.

Nous commençons ce troisième chapitre de notre Cours, décrivant un cas d'école des enfants à l'alphabétisation, dans lequel un professeur  a commencé avec les pratiques simples de respiration.


“A Prática Respiratória no Dia a Dia

Autor: Alberto Filho

“La pratique respiratoire dans la vie quotidienne


Auteur: Alberto Filho



No contato com a natureza, a criança desperta a simpatia e responsabilidade para com o meio ambiente...

En contact avec la nature, l'enfant se réveille la sympathie et de la responsabilité envers l'environnement ...


Resolvemos então modificar um pouco nossas aulas, e com uma turma de jovens de faixa etária semelhante, iniciamos uma nova pedagogia.

Nous avons donc décidé de modifier légèrement nos classes, et avec un groupe de jeunes dans un même groupe d'âge, a commencé une nouvelle pédagogie.


O que fizemos foi simplesmente incluir dentro da pauta didática regular assuntos relacionados à insegurança pessoal: autoestima, as razões dos nossos medos, ansiedades, angústias e conflitos existenciais.

 Comme ça,  nous avons été  inclus dans le personnel enseignement régulier - tout simplement  -  une pratique lié à l'insécurité personnelle: problèmes d'estime de soi, les raisons de nos peurs, les angoisses,  anxieté et les conflits existentiels.


A prática que incluímos em meio às aulas, apesar de não fazer parte do escopo curricular tradicional, foi uma atividade que podia ser praticada em qualquer lugar, mas cujo resultado foi além de nossas expectativas.

La pratique inclus dans les classes, bien que ne faisant pas partie du champ d'application de programmes d'études traditionnels, était une activité qui pourrait être pratiqué n'importe où, mais le résultat était au-delà de nos attentes.

 

Tratava-se de simples exercícios respiratórios. Nada de mais, apenas uma compreensão através da prática, de como o correto modo de respirar é capaz de equilibrar e corrigir nossos estados emocionais.

Il était exercices de respiration simples. Rien de plus, seulement une compréhension par la pratique, comment la bonne façon de respirer est un moyen d'équilibrer et corriger nos états émotionnels.


Inicialmente pedimos que todos  sentassem do modo que lhes parecesse mais confortável, e com a coluna ereta recostada ao respaldo das carteiras, inspirassem pelo nariz a quantidade de ar que cada um julgasse adequada para si.

Au départ, nous demandons à chacun de s'asseoir comme il leur semblait plus à l'aise, et debout appuyé contre le dossier des portefeuilles, d'inspirer par le nez  la quantité d'air pour chaque adapté pour  lui-même.


Deveriam em seguida reter por alguns instantes esse ar nos pulmões, sem esforço ou desconforto e depois lentamente ir soltando o  ar pela boca.

Devrait alors tenir pendant quelques instants  l'air dans les poumons, sans effort ni inconfort, puis aller lentement en expirant par la bouche.


Esvaziados os pulmões, não completamente para não serem obrigados a tomar novo ar às pressas, deveriam respirar normalmente, sem pressa, duas ou três vezes, e repetir o processo.

Vidé les poumons, de ne pas être complètement pas nécessaire de prendre l'air neuf à la hâte, doit respirer normalement, sans hâte, deux ou trois fois, et répétez le processus.


Explicamos que isso aumentaria a capacidade respiratória de cada um, traria mais oxigênio para seus cérebros, tendo como efeito imediato, a eliminação de qualquer ansiedade indesejada, ou bloqueio mental.

Nous avons expliqué que cela augmenterait la capacité respiratoire de chacun, apporterait plus d'oxygène à leur cerveau, ayant pour effet immédiat, l'élimination de toute anxiété indésirables, ou blocage mental.


Posteriormente, lhes pedimos para que aspirassem o ar pelo nariz, e simultaneamente, enquanto aspiravam esse ar, relaxassem suas barrigas. Isso lhes permitiria reter, por um tempo maior, o ar. Deveriam depois expelir pela boca, enquanto lentamente iriam contrair, secar, suas barrigas.

Par la suite, nous leur avons demandé d'aspirer à l'air par le nez, et en même temps, tout ce aspirait l'air, se détendre leurs ventres. Cela leur a permis de conserver l'air plus longtemps. Devrait alors, expulser l’air par la bouche en se contractant et à séchage lent, leurs ventres.


E mais uma vez, não deveriam ficar sem fôlego, para não serem obrigados a tomar ar às pressas. Explicamos então que essa retenção de ar, sempre dentro de um limite confortável para cada um, poderia servir de concentração às vésperas de um exame importante, ou outra atividade onde a ansiedade se fizesse presente.

Et encore une fois, ne doit pas être poussif, ne pas être forcé de prendre l'air pressés. A ensuite, nous expliquons que cette rétention d'air, toujours dans la limite confortable pour chacun, pourrait servir à se concentrer sur la veille d'un examen important, ou toute autre activité où l'anxiété si je l'ai fait.


Nós  informamos a eles que essa atividade respiratória ajudaria a controlar seus impulsos naturais, suas ânsias, e lhes traria mais serenidade para cada dia, desde que praticada regularmente; quando sentissem necessidade, que a praticassem.

Nous les avons informés que cette activité respiratoire aiderait à contrôler leurs impulsions naturelles et  désirs, et apporterait plus de sérénité pour chaque jour,  depuis pratiquée régulièrement; quand vous vous sentez le besoin, la pratique.


Já havíamos feito isso com crianças menores, e os resultados foram tão promissores que resolvemos aplicar a todos. Os benefícios pudemos ver nos pequenos, quando se tornaram mais quietos, mais autoconfiantes, com maior controle sobre seus estados emocionais. E as brigas diminuíram.

Avait déjà fait avec de jeunes enfants, et les résultats étaient si prometteurs que nous avons décidé d'appliquer à tous. Les avantages nous avons pu voir dans les petites, quand ils sont devenus plus calme, plus confiant, avec plus grand contrôle sur leurs états émotionnels. Et ils se sont battus moins.


Com os mais velhos, a partir de uma resistência e falta de credibilidade inicial, logo tivemos resultados que podemos chamar de extraordinários.”

Avec plus, d'une résistance initiale et manque de la crédibilité, nous eûmes bientôt les résultats que nous appelons extraordinaire.”


Fim do texto.

Fin de texte.


segunda-feira, 8 de setembro de 2014

CURSO ADIANTADO DE YOGA - 2

Segue mais um texto do "CURSO ADIANTADO DE YOGA", elaborado pelo Professor Marlanfe Tavares de Oliveira.  Reproduzo o original das instruções exatamente como ele o fez (inclusive cores e caixa alta): em uma linguagem simples, direta, beirando ao popular, objetivando a pessoa comum.
Boa leitura!

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PRANA é o nome de uma substância etérica que alimenta nosso sistema neuro-glandular. Sem o PRANA vital nosso sistema nervoso se enfraquece. Quanto mais PRANA recebemos, mais fortes se tornam nossos nervos. Essa é a teoria indu-yogue da respiração.

Prana est le nom d'une substance éthérique qui alimente notre système neuro-glandulaire. Sans le prana vital notre système nerveux affaiblit. Lorsque nous recevons plus Prana, devenus nos nerfs les plus solides. C'est la théorie indu-Yogi respiratoire.´

     Hermes, o Trimegisto,  chama essa substância de TELESMA. Assim  lemos na Tábua de Esmeraldas:

            Hermès, le Trimegisto, appelle cette substance Telesma. Ainsi nous lisons dans le  Tábula d'Esmeraldas:


“O Sol é o pai, a Lua é a mãe, o vento o embalou em seu ventre, a Terra é sua alma;

 O Pai de tudo, o Telesma do mundo está nisto.

 Seu poder é pleno, se é convertido em Terra.”

“Le Soleil est le père, la mère est la lune, le vent bercé dans son ventre, la terre est son âme;

 Le Père de tous, le Telesma du monde est ici.

 Sa puissance est pleine, si elle est convertie en terre.”


Sol, Lua, Atmosfera, Terra: eis as fontes de Prana.

Le Soleil, la Lune, l'atmosphère, la Terre: ce sont les sources de Prana.


Ele é visível em um dia nublado quando olhamos a atmosfera com uma perda do foco exato. Você deve olhar para as nuvens e depois desfocar a visão: Aparecerá algo semelhante a um enxame de espermatozoides luminescentes. Isso é PRANA.

Il est visible sur un jour de pluie quand on regarde l'atmosphère avec une perte de concentration exacte. Vous devriez regarder les nuages​​, puis brouiller la vision: Apparaître quelque chose comme un essaim de sperme luminescent. C'est Prana.


            Os filósofos jônios o chamavam de "eter", e os alquimistas o denominam "azoto".

            Les philosophes Ioniens lui appelé "éther", et les alchimistes le "azote".


            O mito bíblico dá sua origem como saindo da boca de JAVEH, sendo o sopro de Deus nas narinas de Adão. É por meio desse sopro de JAVEH que o Homem original se torna vivo.

            Le mythe biblique donne son origine comme venant de la bouche de Javeh, étant Dieu insuffla dans les narines d'Adam. C'est par le souffle de Javeh que l'homme originel devient vivante.


            "E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente" (Gênesis 2:7).

            «Et le Seigneur Dieu forma l'homme de la poussière de la terre, il souffla dans ses narines un souffle de vie, et l'homme devient une âme vivante» (Genèse 2: 7).


            A única maneira dos nossos ancestrais explicarem o efeito do PRANA  foi fazendo nossa respiração ser uma dádiva divina! Porque seu efeito é realmente maravilhoso.

            La seule façon de nos ancêtres expliquent l'effet de Prana été fait notre souffle comme un cadeau du ciel! Parce que son effet est vraiment merveilleux.


            Meu medico não queria aceitar que isso fosse possível. Não se conhece medicamento algum que faça regredir um esôfago de BARRET. Por isso ele pediu mais um exame acompanhado de biopsia.

            Mon médecin ne voulait pas accepter qu'il était possible. Je ne sais pas tout médicament qui font de l'oesophage de Barrett un régression. Alors il a ordonné un nouvel examen suivie par une biopsie.


            Ele já havia visto um laudo conclusivo em 2011 e outro em 2012. Mas ele não estava convencido, por isso pediu outro exame em 2014. Eu vos apresento o exame médico com o laudo da patologia laboratorial; Foi feito por um médico diferente, em um laboratório diferente. Não havia mesmo metaplasia, não havia BARRET. FINALMENTE MEU GASTROENTEROLOGISTA FOI CONVENCIDO!


            Il avait déjà vu un rapport définitif en 2011 et un autre en 2012. Mais il n'était pas convaincu, il a demandé à un autre examen en 2014.  Je vous présente le rapport d'examen médical du laboratoire de pathologie. Il a été faite par un autre médecin dans un laboratoire différent. RIEN métaplasie, RIEN dans l'oesophage de Barrett. Finalement mon gastro-entérologue  était convaincu!







CONCLUSÃO: PANGASTRITE ENANTEMATOSA LEVE

CONCLUSION: pangastrite lumiére enanthematous.


A biopsia do esôfago repetiu o exame de 2012: AUSÊNCIA DE METAPLASIA INTESTINAL

Une biopsie de l'examen  d‘œsophage répété  2012: MANQUE DE métaplasie intestinale.






EU ESTOU DEFINITIVAMENTE CURADO!

Je suis enfin guérie!


Vós direis então: "devo acreditar que isso foi devido à respiração consciente por 5 minutos?"

Vous direz: «Je crois que cela est dû à la respiration consciente pendant cinq minutes?"


Certamente não! Eu vos dei um exercício elementar. Nós iremos aumentando gradualmente os exercícios práticos. Não se atinge o poder de forma tão rápida e fácil. Porém tudo será feito dentro de um método que supões a gradualidade dos exercícios. E aqui vos dou a segunda fase da prática respiratória yogue.

Certainement pas! Je vous ai donné un exercice élémentaire. Nous augmenterons progressivement les exercices pratiques. Pas atteint la puissance aussi rapidement et facilement. Mais tout sera fait dans une méthode qui suppose la nature progressive des exercices. Et là, je vous donne la deuxième phase de la pratique de la respiration yogique.



Sente-se confortavelmente. O ambiente deve ser calmo e silencioso. Então, você deve respirar contando 5 para a inspiração, e contando 5 para a expiração. Faça isso dez vezes de manhã e dez vezes de noite.

Asseyez-vous confortablement. L'environnement doit être calme et tranquille. Donc, vous devriez respirez em comptant 5 pour l'inspiration, et en comptant 5 à expiration. Pour ce faire, dix fois  le matin et dix fois  le soir.


sexta-feira, 29 de agosto de 2014

CURSO ADIANTADO DE YOGA - 1

Os textos cujo o título são "CURSO ADIANTADO DE YOGA" são elaborados pelo Professor Marlanfe Tavares de Oliveira e estão apresentados aqui exatamente como ele o fez (inclusive cores e caixa alta): em uma linguagem simples, direta, beirando ao popular, objetivando a pessoa comum.

O primeiro conjunto de instruções traz, de bônus, a prova (clínica, com laudos e exames) da regressão de uma  doença que, até o presente momento, a medicina se julga incapaz de curar: esôfago de Barrett ("Não existem tratamentos que façam o esôfago de Barrett regredir"). 
Boa leitura!

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          Muitas pessoas não estão conscientes de que necessitamos de 3 tipos de alimentação: sólida, líquida e aérea.
            Beaucoup de gens ne sont pas conscients du fait que nous avons besoin de trois types d'aliments: solide, liquide et air.

            Ninguém descura do seu almoço diário, nem de bebidas tais como água ou sucos de frutas. Mas não tomam o menor cuidado com a respiração.
             Personne ne néglige leur repas quotidien, ou des boissons telles que l'eau ou des jus de fruits. Mais ne prenez pas moins de soins avec la respiration.

            No entanto, uma pessoa pode ficar 6 dias sem comer; Três dias sem beber nenhum líquido; mas não conseguimos ficar 6 minutos sem respirar.
            Toutefois, une personne peut rester six jours sans nourriture; Trois jours sans boire tout liquid; mais n'a pas pu obtenir six minutes sans respirer.

            Isso é um conhecimento banal, porém não lhe dão a devida importância.
            C'est une connaissance trivial, mais ne lui donne pas l'importance voulue.

            A ciência indu-yogue considera como tendo muito valor o ato da respiração. Em termos biológicos, a respiração transforma sangue venoso em arterial e isto é um processo vital: morreríamos intoxicados se não houvesse essa troca.
            La science indu-yoga, on considère la valeur de l'acte de la respiration; en termes biologiques, la respiration devient sang veineux dans artériel et ceci est un processus vital: nous mourrions en état d’ intoxication sans cet échange.


O ato da respiração, nos pulmões, onde se efetua a troca do sangue venoso pelo sangue arterial.
            L'acte de la respiration, dans les poumons, où est échangé le sang veineux  par sang artériel.  


Porém, na respiração, acontece mais do que isso: juntamente com o oxigênio, o ar que inspiramos carrega o PRANA.
Cependant, la respiration, est plus que cela: avec de l'oxygène, l'air que nous respirons porte le Prana.

PRANA é o nome de uma substância etérica que alimenta nosso sistema neuro-glandular. Sem o PRANA vital nosso sistema nervoso se enfraquece. Quanto mais PRANA recebemos, mais fortes se tornam nossos nervos. Essa é a teoria indu-yogue da respiração.
Prana est le nom d'une substance éthérique qui alimente notre système neuro-glandulaire. Sans le prana vital notre système nerveux affaiblit. Lorsque nous recevons plus Prana, devenus nos nerfs les plus solides. C'est la théorie indu-Yogi respiratoire.´

É possível verificar esta teoria através de curas clinicamente comprovadas. No meu caso, foi um pré-câncer esofagiano. Eu lhes apresento abaixo os resultados de exames clínicos com o pre-câncer (BARRET), e depois, já curado.
Vous pouvez vérifier cette théorie par des cures éprouvés en clinique. Dans mon cas, c'était un pré-cancer oesophagien. Je vous présente ci-dessous les résultats des essais cliniques avec un pré-cancer (BARRET), et alors, déjà guéri.

Vejam no diagnóstico: metaplasia gástrica. Esôfago de Barret. Isto é um pré-câncer!
Regardez diagnostic: métaplasie gastrique. L'oesophage de Barrett. Il s'agit d'un pré-cancer!

  
Abaixo a constatação por exame de patologia clínica laboratorial. Veja a conclusão: BARRET. Isso foi em 07 de junho de 2006.
Ci-dessous, la confirmation par un examen de laboratoire de pathologie clinique. Voir la conclusion: BARRET. C'était le 07 JUNE 2006.

  
Em 12 de agosto de 2011, a pedido do meu médico, foi feito novo exame. Eu havia praticado com intenção de obter a cura, as técnicas da yoga.
Le 12 Août 2011, à la demande de mon médecin, l'examen a été fait nouvelle. J'avais pratiqué avec l'intention d'obtenir la guérison, les techniques du yoga.

A CONCLUSÃO DÁ UM EXAME NORMAL, SEM A ALTERAÇÃO ESOFAGEANA DE BARRET! É A COMPROVAÇÃO DA CURA.
LA CONCLUSION DONNE UN EXAMEN NORMAL, SANS CHANGEMENT DE BARRET oesophagien! Ceci est une preuve de la guérison.


Mas o meu médico não estava convencido. Ele pediu novo exame acompanhado de provas laboratoriais.
Mais mon médecin n'était pas convaincu. Il a demandé un examen plus approfondi accompagné de preuves de laboratoire.

Isto foi em março de 2012. Sete meses depois do exame endoscópico simples.
C'était en Mars 2012. Sept mois après un simple examen endoscopique.

A conclusão da biópsia foi exatamente a mesma que o simples exame endoscópico: NADA DE BARRET! A METAPLASIA HAVIA DESAPARECIDO, SUMIU! EU ESTAVA CURADO DO PRÉ-CÂNCER.
La conclusion de la biopsie a été exactement le même que le simple examen endoscopique. RIEN DE BARRET!  LA Métaplasie s'était envolé! Je fut guéri d'un pré-cancer.



NÃO FOI OBSERVADA A METAPLASIA, DIZ A BIOPSIA.
PAS ETÉ EN RESPECTE la métaplasie, DIT LA BIOPSIE.

Existem milhares de praticantes de yoga no mundo inteiro. Há milhares de relatos comprovados de cura física e psicológica. VOCÊ PODE SER MAIS UM EXEMPLO!
Il ya des milliers de pratiquants de yoga à travers le monde. Il ya des milliers de guérison physique et psychologique éprouvée. Vous pouvez être un autre exemple!

         Eu vou lhes dar uma prática respiratória simples.
         Je vais leur donner une pratique de la respiration simple.

         Pela manhã ou à noite, sente-se confortavelmente. O ambiente deve ser calmo e silencioso. Então, você deve respirar calmamente, conscientemente durante 5 minutos.
La matin ou soir, assis confortablement. L'environnement doit être calme et tranquille. Et alors vous devriez respirer tranquillement, consciemment pendant 5 minutes.

Deve pensar no que foi dito aqui a respeito da respiração, dos seus efeitos e benefícios.
Devraient réfléchir à ce qui a été dit ici à propos de la respiration, leurs effets et les avantages.

CONSIDERE QUE ESSES 5 MINUTOS PODEM MUDAR TUA VIDA! DA MESMA MANEIRA QUE MUDOU A MINHA: PARA MELHOR.
Tenir compte de ces 5 MINUTES peut changer votre vie! DE LA MÊME MANIÈRE qui a changé ma: POUR UNE MEILLEURE.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Cabala Cristã: vídeo introdutório

Convido todos a assistir este vídeo, o qual reporta sobre o livro Cabala Cristã.

O fato do Cristianismo nascer no meio cultural judaico o torna receptáculo de toda a bagagem filosófica e tradicional dos hebreus. Nesse contexto, um questionamento é pertinente: qual o impacto das considerações do Cristianismo na interpretação dos ensinamentos advindos da Kabballa?

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Cabala Cristã






CABALA CRISTÃ

Formato: Livro
Coleção: SENTIDO OCULTO
Autor: ARAÚJO, LEONARDO OLIVEIRA DE
Autor: OLIVEIRA, MARLANFE TAVARES
Idioma: PORTUGUES
Editora: CHIADO EDITORA
Assunto: ESOTERISMO

Obs: pode também ser adquirido diretamente na editora Chiado (Portugal).

Sinopse

O fato do Cristianismo nascer no meio cultural judaico o torna receptáculo de toda a bagagem filosófica e tradicional dos hebreus. Nesse contexto, um questionamento é pertinente- qual o impacto das considerações do Cristianismo na interpretação dos ensinamentos advindos da kabballa? O presente estudo é uma sistematização teórica, em um nível básico, que visa a es elecer os principais e fundamentais marcos que tornam a cabala cristã diferenciada do simples estudo de kabballa feita por um cristão. Por fim, apresentam-se respostas fundamentais a três perguntas- por que existe um universo físico? Como esse universo veio a existir a partir do Absoluto (Deus)? O que faz Jesus se declarar Aquele-que-é, Aquele-que-era e Aquele-que-vem (Apocalipse 1-4), o Alfa e o Ômega (Apocalipse 1-8)?


Mais sobre o livro
Cabala Cristã, Cris-cabala,
ou Ccabala

Uma sistematização teórica elementar
Por: LEONARDO OLIVEIRA DE ARAÚJO

A kabballa, em termos absolutos, não se confunde com o judaísmo e suas origens são mais antigas (Babilônia e, possivelmente, Suméria, historicamente abordando). Esse ensinamento remonta às raízes das tradições que, em parte, resultaram no Pentateuco. Os judeus fizeram uma bela releitura, adaptada parcialmente ao seu entendimento, com esclarecimentos e contribuições preciosas.
De qualquer forma, devemos aos judeus kabballistas, indubitavelmente, o mérito de trazer este grande conhecimento, em sua essência, até nós. Em respeito a isso, grafamos nosso estudo de forma ligeiramente diferenciada (ccabala). Kabballa (e as variações de sua escrita) é uma palavra hebraica, e significa “receber”. Por tais motivos, entendo quando os kabballistas afirmam que kabballa é a mística judaica.
O fato do cristianismo nascer no meio cultural judaico, de trazer parte desses ensinamentos e, principalmente, de ter judeus como fundador, apóstolos e primeiros convertidos, o torna receptáculo e toda a bagagem filosófica e tradicional dos hebreus.
É nesse contexto que emerge a Cabala Cristã. O título de primeiro cabalista cristão, ccabalista, se atribui ao apóstolo Paulo, pois ele foi ensinado por Gamaliel, que era neto de Hilel, o qual fundou uma conhecida escola de kabballa
Logo, um questionamento é pertinente: qual o impacto das considerações do cristianismo na interpretação dos ensinamentos advindos da kabballa?
João, o apóstolo, pelo teor místico e simbólico de suas obras no Novo Testamento, é indiscutivelmente um grande cabalista cristão. Embora, por berço e ligação ao estudo formal desta verdade, tenha-se atribuído a Paulo o título de primeiro cabalista, é em João, particularmente no seu evangelho, que será apoiada grande parte dos argumentos desenvolvidos neste trabalho.
Vários são os estudantes de kabballa, ou da adaptação conhecida como a cabala de alquimistas e rosa-cruzes, que são cristãos declarados. Suas obras são claramente influenciadas por suas convicções religiosas. Parte dessas obras são alicerces da abordagem da ccabala. Todavia, aqueles estudos não sistematizam as diferenças fundamentais que dão um contexto próprio à cabala cristã.
Como que se pode verificar em pesquisa sobre o tema, esse talvez tenha sido um dos objetivos do Papa Sisto IV, o qual figura como um grande incentivador de traduções e estudos da kabballa.
O presente estudo é uma sistematização teórica, em um nível básico, que visa estabelecer os principais e fundamentais marcos que tornam a cabala cristã diferenciada do “simples” estudo da kabballa feita por um cristão.
A crença de Jesus como a encarnação do Verbo de Deus e o entendimento da doutrina do Mestre, dos Evangelhos, permite, dentre outras coisas, derivar toda a estrutura da Árvore da Vida naturalmente a partir do Criador. Os esclarecimentos aqui apresentados darão ao leitor base para uma melhor compreensão de determinadas passagens dos Evangelhos e de alguns dogmas cristãos.
Por fim, àqueles que buscam, apresentam-se respostas fundamentais a três perguntas: Por que existe um universo físico? Como esse universo vem a existir (bem como nós mesmos) a partir do Absoluto(Deus)? O que faz Jesus se declarar “Aquele-que-é, Aquele-que-era e Aquele-que-vem” (Apocalipse 1:4), o Alfa e o Ômega (Apocalipse 1:8)?
O livro está dividido em Introdução e mais 10 Tomos. Todos possuem sumários, os quais replico abaixo.
Introdução - Significado da palavra kabballa e origem do estudo. Definição da vertente cristã e justificativa da abordagem e entendimentos a serem apresentados ao longo deste ensaio. Os apóstolos ccabalistas.
Tomo 1 - Deus como “A Grande Mente”. A explicação do dogma da Trindade: Pai, Filho e o Espírito Santo. A expressão do feminino em Deus. O homem como criatura de Deus, não como o próprio.
Tomo 2 - Reshit, o Princípio. Analogias relativas ao Pai, Filho e Espírito Santo. Porque a criação existe: amor. Jesus: o primogênito e unigênito. A encarnação do Verbo.
Tomo 3 - Elohim: o culto do princípio e a pluralidade na Unidade. Nova explanação sobre a existência de Deus. Como a criação vem a existir.
Tomo 4 - O Tsimtsum. O deus finito: Cristo. A existência da criação em Deus. A concepção do Cristo na tradição egípcia.
Tomo 5 - A dupla funcionalidade do Cristo. O Caos e o Vazio. “Eu Sou” e “Iahweh”. O Cristo refletindo a imagem de Deus. As Sefirot e Atsilut.
Tomo 6 - As Sefirotcomo e a pluralidade na criação. A criação como veículo de sua própria formação. A Não-Sefirá. Beriá, o Trono de Deus.
Tomo 7 - O homem como imagem e semelhança do seu criador. Iahweh e a ordem universal. Adão e Eva. A Serpente no paraíso: a criação e a explicaçãopara o “pecado original”. Como o mal existe? Ietsirá.
Tomo 8 - A criação feita pelo homem. Apresentação das Sefirot. Como espaço, tempo, matéria e energia são gerados. Assiá.
Tomo 9 - As letras hebraicas como arquétipos. 

Tomo 10 - Jesus em Deus. Jesus como homem, Cristo e o Verbo de Deus. O Pentagrama Sagrado.

sábado, 7 de dezembro de 2013

CRONOLOGIA DA CRIAÇÃO (segunda parte)

Leia a primeira parte aqui.

CRIAÇÃO: CRONOLOGIA

Em 1905, Albert Einstein publica sua “Teoria” da Relatividade Geral, introduzindo o conceito de “espaço-tempo quadri-dimensional”, descrevendo fenômenos bizarros quando se atinge velocidades próximas à da luz e identificando a gravidade com a estrutura geométrica do próprio espaço/tempo.
Em 1914, o astrônomo americano Vesto Sliper relata que quase todas as nebulosas mostram um desvio para o vermelho, ou seja, estão se afastando de nós em altas velocidades.
Em 1915, Albert Einstein publica suas “Equações” da Relatividade Geral, descrevendo a gravidade não como uma “força”, mas como o efeito da massa sobre o espaço-tempo. A Teoria da Gravidade de Newton, de 300 anos, é finalmente “complementada”. Apesar da “coerência” da Relatividade Geral, em suas “equações de campo”, Einstein lança-mão de uma “constante cosmológica” falsa, representada pela letra grega “Lambda”, para “justificar” um universo estático e “infinito”, em que o volume total do espaço não varia com o tempo e com o único objetivo de descartar a necessidade para um ato de criação para o universo, conforme ele próprio confessou posteriormente. Um universo estático e eterno dispensaria perfeitamente a necessidade de um criador.
Em 1917, o astrônomo holandês Willem de Sitter, usando as equações de campo do próprio Einstein, estabelece um modelo geométrico de universo contrário ao de Einstein, que implica que o universo está se expandindo, ou seja, provando que o universo estático e eterno de Einstein é “insustentável”, inclusive considerando a constante cosmológica lambda.
Em 1919, o astrônomo inglês Sir Arthur Eddington coordena duas expedições simultaneamente, uma ao Golfo da Guiné (África ocidental) e a outra em Sobral-Ce, Brasil, ambas com o intuito de fotografar o eclipse solar total. Ao descobrir que a luz estelar é desviada conforme passa pelo sol, Eddington fornece a primeira comprovação do que a Teoria Geral da Relatividade afirma, a saber: que o espaço-tempo quadri-dimencional é curvo e que a menor distância entre dois pontos é uma curva e não uma reta, como afirmava a geometria euclidiana. Estava irrefutavelmente provada, portanto a teoria da relatividade de Einstein.
Em 1922, o matemático russo Alexander Friedmann demonstra, mais uma vez, que as equações de campo de Einstein não permitem a existência de um universo estático e infinito. A cosmologia de Friedmann representa um universo singular (matéria instável, temperatura e densidade infinitas, em tempo 0 e volume 0), espacialmente homogêneo (mesmas propriedade em qualquer lugar do espaço) e isotrópico (mesmas propriedades em qualquer direção no espaço) que se expande desde seu começo singular, até um volume máximo, e depois se contrai atingindo novamente a singularidade. A fonte dessa geometria é um fluido perfeito, cuja energia se distribui de modo incoerente, sem interação entre suas partes (ou seja, sem pressão).
Em 1924, Alexander Friedmann publica um segundo modelo cosmológico semelhante ao de 1922, com a importante diferença de que, ao contrário do primeiro, em que havia uma fase de contração seguindo-se à de expansão, o novo modelo permitia que o volume total do universo aumentasse indefinidamente.
E 1927, o físico belga Georges Lemaître propõe a teoria singular do Big Bang, que afirma que o universo está se expandindo a partir de desintegração radioativa de um “átomo primordial”.
Em 1929, Edwin Hubble faz uma das maiores descobertas da cosmologia moderna, a de que todas as nebulosas são galáxias distantes e que elas estão recuando com uma velocidade que tem relação linear com o quadrado de suas distâncias. Neste mesmo ano, H. P. Robertson estabelece as bases matemáticas que sustentam simultaneamente os modelos de Friedmann (homogêneo e Isotrópico) e de Lemaître (cenário big bang). Ainda em 1929, o físico Paul Dirac propõe a existência de anti-matéria, mostrando que a matéria e a anti-matéria devem resultar em quantidades iguais a partir da transformação de energia em matéria.
Em 1932, Einstein e De Sitter apresentam uma solução cosmológica semelhante à de Friedmann. Neste mesmo ano, Carl Anderson detecta pela primeira vez uma partícula de anti-matéria: o pósitron, em sua câmara de nuvens. E ainda nesse ano, Karl Jansen inventa o radiotelescópio e com ele descobre os sinais “naturais” de rádio vindo do centro da Via Láctea.
Em 1936, o austríaco Victor Franz Hess, Nobel de física, descobre a radiação cósmica de fundo, que implicava que o Universo começou a bilhões de anos, numa SINGULARIDADE COSMOLÓGICA. A partir de agora, as evidências de uma “criação” para o cosmos se tornam cada vez mais evidentes.
Em 1948, George Gamow, Ralph Alpher e Robert Herman usam dados de experimentos atômicos para mostrar as condições do calor intenso do universo primordial, “antes que os átomos pudessem ser formados”. A teoria deles mostra que, como resultado do big bang, cerca de três quartos do universo deveriam ser compostos de hidrogênio e um quarto de hélio. Mais importante: “Eles também prevêem a existência de um brilho remanescente da bola de fogo: sobra da radiação de fundo que, segundo os seus cálculos, deve ter esfriado agora para cerca de 3 graus Kelvin e por todo o espaço”.

Em 1949, K. Gödel mostra que as equações da Relatividade Geral permitem geometrias possuindo “curvas fechadas” no espaço/tempo permitindo a existência de caminhos que conduzem ao passado. A partir daí, a estrutura da “casualidade” e a noção de “tempo cósmico global” recebem uma profunda crítica que não foi resolvida até hoje pela Relatividade Geral.
Em 1950, Martin Ryle descobre que as radiogaláxias se tornam mais abundantes com a distância, significando que as galáxias estão mais próximas umas das outras quanto mais distante olhamos para trás no tempo. Isso era uma prova inconteste de que no “tempo zero” o universo estava em densidade infinita, em tempo infinito e a matéria em estado Instável (Singularidade Cosmológica). Ainda em 1950, Fred Hoyle, Wiliam Fowler, Geoffrey Fowler e Margaret Busbidge mostram como os elementos pesados (compondo apenas 1% da matéria visível no universo) resulta da fusão do hidrogênio e hélio no interior das estrelas.
Em 1960, Allan Sandage descobre os quasares e mostra que o universo primordial era muito diferente do atual.
De 1963 a 1973, vários cientistas, entre eles Stephen Hawking e Roger Penrose fazem várias descobertas importantes relativas aos buracos negros. Ainda neste período, Stephen Hawking comprovou matematicamente que a singularidade não está nem no espaço nem no tempo, mas fora de ambos. Em outras palavras, a singularidade transcende ao espaço e ao tempo.
Em 1965, Arno Penzias e Robert Wilson, detectaram, a radiação cósmica de fundo em micro-ondas, em todos os lugares do universo para onde apontaram sua sensível e especial antena, conforme prevista por George Gamow e Col., em 1948. Mas a temperatura delas foi de apenas 2,7 graus Kelvin, ou seja, um pouco menor que o previsto.
Em 1967, Andrei Sakharov propõe que o big bang produziu um “excesso preciso” de matéria sobre a antimatéria, resultando na aniquilação da antimatéria e na formação do universo material que vemos atualmente. Isso explica porque não existe antimatéria em nosso universo. 
Em 1970, Robert Dicke e James Peebles anunciam o que eles denominaram de “Ponto Ômega” e lhe atribuíram um valor igual a “1”: um ponto de densidade de tal maneira “crítica” que se tivesse sido um pouco mais ou um pouco menos, o universo teria colapsado na inexistência ou teria sido tão disperso que não permitiria a formação da matéria como a conhecemos.
Em 1974, Brandon Carter propõe o que ele chamou de “Princípio Antrópico” uma racionalização filosófica para explicar a “precisão absoluta” das leis físicas e condições que tornam a vida possível.
Em 1976, o Astrofísico George Smoot, do laboratório Lawrence Berkeley da Universidade de Califórnia usa seu DMR (Radiômetro Diferencial de Micro-ondas) em um avião espião de grande altitude, o U-2, para detectar anisotropia de dipolo na radiação de fundo de micro-ondas. Esse dipolo, ou diferença de temperatura entre direções opostas, mostra que nossa galáxia está sendo arrastada a mais de um milhão de milhas por hora por uma grande massa invisível, e que aglomerados de galáxias devem formar estruturas maiores do que se imaginava. O início de tais estruturas, segundo Smoot, deveria ter deixado pequenas “ondulações” (“flutuações”) na radiação de fundo em micro-ondas. Mas onde elas estavam?
No dia 24 de abril de 1992, os jornais de todo o mundo estamparam as frases do Smoot (“Se você for religioso é como olhar a face de Deus!”); e de Hawking (“A descoberta de Smoot é a mais importante descoberta do século, se não de todos os tempos!”). Neste dia o Astrofísico chefe do laboratório Lawrence Berkeley da Universidade de Califórnia, George Smoot, finalmente anunciou que o instrumento DMR (Radiômetro Diferencial de Micro-ondas), agora acoplado ao satélite COBE, havia, enfim, medido as “ondulações” (“flutuações”) na radiação de fundo em micro-ondas. Era mais do que evidente que o universo teve realmente um começo, uma origem, uma “criação”. Este fato por si só justifica o júbilo com que Smoot e Hawking proclamaram aquelas famosas palavras. 
As descobertas posteriores, atribuídas a vários instrumentos e equipes de pesquisas, quais sejam: as do FIRAS, do satélite COBE, da sonda WMAP, dos telescópios das espaçonaves da NASA e outras, que permitiram cálculos precisos da idade, da composição, da velocidade e da expansão do universo, quando confrontadas com a idéia de um Designer inteligente, nas palavras de Arno Penzias: “não são inconsistentes com tal conceito”.
Comentando esta frase de Arno Penzias, Robert Jastrow, fundador do Instituto Goddard da NASA e atualmente Diretor do observatório de Mount Wilson, disse: “Sim, essa é uma inversão da língua muito divertida por parte de meus colegas físicos. Não inconsistente com, é um sinônimo de consistente com”. 
Em 1998 a Teoria do Big Bang sofreu um grande abalo. A observação do comportamento de certas estrelas (supernovas tipo Ia) parecia implicar que a expansão do universo estava acelerando. Isso contradizia francamente o modelo Big Bang. Para explicar esta "aceleração" e salvar o modelo Big Bang, os cientistas propuseram (sem qualquer base observacional ou experimental) que ela seria consequência da existência de uma certa "energia escura" que ocasionava uma "pressão negativa" (uma espécie de anti-gravidade) no universo. Esta energia não seria identificável a forma alguma de matéria/energia conhecida e nem seria possível a sua observação. No entanto, David Wiltshire propôs uma explicação alternativa para as observações do comportamento de supernovas tipo Ia que não implica essa aceleração.


Em entrevista[1] concedida a  Fred Heeren[2], Robert Ganges[3] no auge da badalação, exatamente no período em que George Smoot anunciou ter descoberto as flutuações de corpo negro. Olhando para as descobertas recentes da ciência moderna, Robert Ganges encontra evidência poderosa de um Criador sobrenatural. Mas ele não começa seu argumento com a descoberta de que o universo deve ter tido um “início”. Também não começa com as evidências de um “design”. Ele começa com a evidência de que o universo é “antigo”.

R. Gange: “O argumento a favor da existência de um Criador Sobrenatural é o fato de que o universo existe entre 14 e 17 bilhões de anos. Agora, isso chega a parecer contraditório. [...] O que eles não percebem é que exatamente o fato de os cientistas atualmente aceitarem idades entre 14 e 17 bilhões de anos é que é a própria prova de uma criação sobrenatural.
F. Heeren: “Como?”
R. Gange: “Porque todos os modelos atuais têm um denominador comum, que é o fato de ensinarem que o universo deveria ter desaparecido em uma fração infinitesimal de tempo após seu surgimento. Esse momento é chamado de “tempo de Planck”, e é 10 elevado a menos 43 segundos.
F. Heeren: “Certo”.
R. Gange: “Agora, já que o universo deveria ter desaparecido no Tempo de Planck e já que ele tem de 14 a 17 bilhões de anos, de acordo com o conhecimento científico, a conclusão é que ele deve ter sido ajustado no início em mais de 60 casas decimais. Todos os processos têm uma precisão máxima de 3 a 4 casas decimais e isso já é formidável. Falar em ajuste preciso da ordem de 60 casas decimais é, literalmente, se ajoelhar diante de alguma criação sobrenatural”.

Em entrevista também concedida a Fred Heeren, do  The Chicago Tribune, em 13 de maio de 1994, quando indagado sobre, se fosse possível descartar a singularidade inicial, se o modelo inflacionário por si só poderia ser responsável pelo surgimento do universo, o cosmólogo Alan Guth[4], o primeiro a apresentar um modelo inflacionário para a Teoria do Big Bang, , afirmou:
Alan Guth: “Em primeiro lugar, eu diria que, no nível puramente técnico, a inflação por si própria não explica como o universo surgiu a partir do nada... A inflação por si própria pega um universo muito pequeno (átomo primordial) e produz a partir dele um universo muito grande. Mas a inflação por si própria não explica de onde veio aquele pequenino universo”.

Sobre a mesma problemática, e na mesma entrevista, Robert Jastrow[5] disse:
Robert Jastrow: “A ciência do século XX nos conduziu em direção a uma cortina que ela não pode abrir. É aqui que a ciência termina. E é aqui que a Bíblia começa”.

O mesmo Robert Jastrow, em entrevista à revista Christianity Today, apesar de fazer questão de destacar que era um “agnóstico e não um crente”, afirmou com todas as letras: “Agora vemos como a evidência astronômica suporta a visão bíblica da origem do mundo...  Robert Jastrow "Os elementos essenciais no relato astronômico e nos relatos bíblicos do Gênesis são os mesmos... Os astrônomos agora têm provado por seus próprios métodos que o mundo começou abruptamente em um ato de criação para o qual você pode traçar as sementes de todas as estrelas, de cada planeta, de cada ser vivo neste cosmos e sobre a Terra. E eles descobriram que tudo aconteceu como um produto de forças que não podem esperar para descobrir... Que haja o que eu ou qualquer outra pessoa chamaria de ‘forças sobrenaturais’ é agora, um fato cientificamente comprovado”.

Até mesmo Andrei Linde, considerado o mais “extravagante” cosmólogo inflacionário, quando afirmou que: “poderia ser capaz de produzir um universo inteiro em seu laboratório se pudesse apenas descobrir como desencadear a inflação”[6], admite que a inflação por si só não explica como algo pode ter surgido do nada. Ele escreve: “É certo que a singularidade inicial existiu, porém, explicar essa singularidade inicial, onde e quando tudo começou, ainda permanece o mais intratável problema da cosmologia moderna”. [7]



REFERÊNCIA:
[1] Entrevista foi publicada em maio de 1992 no The Chicago Tribune. Citada em:  Fred Heeren, Mostre-me Deus, p. 443. 
[2] Fred Heeren é físico e  Colunista de “Ciências” do The Chicago Tribune.
[3] Robert Ganges é Ph.D. em Termofísica e presidente da Fundação Gênesis.
[4] Alan Guth, cosmólogo do MIT (Massachusetts Institute of Technology), em entrevista concedida a Fred Heeren, em 13 de maio de 1994, (citado em Mostre-me Deus, p. 216-218),
[5] Robert Jastrow, fundador do Instituto Goddard da NASA e atualmente Diretor do observatório de Mount Wilson
[6] Andrei Linde em Scientific American, novembro de 1994, p.55
[7] Andrei Linde em Scientific American, novembro de 1994, p. 48


Autoria:
Breno - O Deísta

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